Priscila Ribeiro é uma fotógrafa documental brasileira cujo trabalho se concentra em temas como direitos humanos, migração, violência de gênero e meio ambiente. Sua abordagem combina comunicação humanizada com um profundo compromisso com a empatia e a justiça social, contribuindo para a busca e conexão de narrativas que denunciam, acolhem e dialogam tanto com o íntimo quanto com o coletivo.
Membro da Women Photograph, ela trabalha em projetos de longo prazo e contribui como fotógrafa freelancer para veículos de comunicação como o The New York Times e a Reuters. Priscila dedica-se a investigar questões sociais que afetam corpos e territórios, aprofundando-se em temas como desigualdade, violações dos direitos humanos, violência de gênero e nossa relação com o meio ambiente.
Em 2025, conquistou o primeiro lugar no POY Latam na categoria Cotidiano com uma única fotografia e foi finalista no concurso de fotografia documental FotoDoc, realizado em São Paulo. Em 2024, realizou sua primeira exposição individual, A Última Estação, no Sesc Arsenal (Brasil), e seu trabalho foi exibido em importantes exposições coletivas na Austrália, Itália e França. Foi finalista no Festival Internacional de Fotografia de Paraty, selecionada entre os 100 fotógrafos do ano pelo coletivo Women Photograph, e seu trabalho foi reconhecido em prêmios como o Head On Photo Awards (Austrália) e o Royal Photographic Society 166 (Reino Unido).